O bêbado
Fui a uma festa de despedida de solteiro em uma chácara aqui perto de Campinas, do meu amigo Amadeu. A galera toda lá. Muita cerveja, uísque, vinho. A noite prometia. Muitas gatinhas. Galera animada. Saí de lá nem sei que horas. Travado! Indo pela rodovia, avistei algo que se tornou o terror dos festeiros... Uma blitz!!! Comecei a rezar para tudo quanto era santo. Mas... Fui sorteado. Quando parei, quase atropelei o guarda. Tava ruim. O guarda pediu para eu descer do carro. Quase não consegui. Aí o pesadelo aumentou. Ouvi o que qualquer bêbado teme: - Vamos fazer o teste do bafômetro ! "Tô frito!", pensei. Quando, ao que parece, os santos resolveram me atender. Um caminhão bate na outra pista e espalha toda a sua carga... Os guardas imediatamente me dizem: - Vá embora, vamos socorrer aquele acidente!!! Eu, mais que depressa (ou pelo menos tentando), entrei no carro e fui embora feliz da vida. “Hoje é meu dia de sorte!”, pensei.
Cheguei em casa, guardei o carro e, após agradecer a todos os santos pelo meu dia de sorte, fui dormir. Tava explodindo de felicidade e não parava de pensar na sorte que tive. No outro dia, minha mãe me acorda às 7 horas da manhã, me perguntando:
- Filho, de quem é aquela viatura da polícia estacionada dentro da nossa garagem?
terça-feira, 16 de junho de 2009
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