sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Correr riscos

Rir, é correr risco de parecer tolo. Chorar, é correr o risco de parecer sentimental. Estender a mão, é correr o risco de se envolver. Expor seus sentimentos, é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. Defender seus sonhos e idéias diante de todos, é correr o risco de perder as pessoas. Amar, é correr o risco de não ser correspondido. Viver, é correr o risco de morrer. Confiar, é correr o risco de se decepcionar. Tentar, é correr o risco de fracassar. Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada! Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas também não arriscam ser felizes! Elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem. Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre!

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